🏛️ Patrimônio & Turismo Cultural

Museu Histórico e de Ordem Geral 'Plínio Travassos dos Santos': O Legado de 1938 Fechado desde 2016

A história do museu fundado por Plínio Travassos dos Santos em 1938, interditado desde março de 2016 no campus da USP, com dados oficiais.

Visão Geral e Destaques

Todo grande acervo começa com um colecionador. Em 1938, o historiador Plínio Travassos dos Santos passou a reunir doações de famílias ribeirão-pretanas — e esse acervo inicial virou, por lei, o museu histórico oficial da cidade: o Museu Histórico e de Ordem Geral 'Plínio Travassos dos Santos', com cinco seções temáticas instaladas no Solar Schmidt, a casa-sede da Fazenda Monte Alegre, no campus da USP.

O público, porém, não pode vê-lo: as portas estão fechadas desde o primeiro trimestre de 2016, quando um dano no forro do prédio obrigou ao esvaziamento do conjunto. O portal oficial registra a visitação como temporariamente suspensa, e esta página preserva a história da instituição enquanto o restauro não vem.

Informações de Visitação e Acesso

📍 Endereço Completo

Av. Dr. Prof. Zeferino Vaz, s/nº, Campus da USP – Ribeirão Preto (SP) — casa sede da antiga Fazenda Monte Alegre (antigo Solar Schmidt)

⏰ Horários de Funcionamento

Temporariamente fechado — o portal oficial exibe 'Horário de visitação: temporariamente fechado'

Não há visitação. O portal oficial do complexo exibe "Horário de visitação: temporariamente fechado". O telefone (16) 3315-9321 segue listado na ficha oficial; contatos sobre o restauro devem seguir para os canais da Secretaria Municipal da Cultura e Turismo.

As cinco seções originais — Artes, Etnologia Indígena, Zoologia, Geologia e Numismática — organizavam o acervo doador em coleções temáticas, do sagrado ao científico: a proposta de Plínio Travassos dos Santos era guardar a cidade inteira sob um teto, e a Lei Municipal nº 97, de 1º de julho de 1949, deu a essa vontade força de instituição.

As datas oficiais do museu: iniciativa de Plínio Travassos dos Santos em 1938; criação pela Lei Municipal nº 97, de 1º de julho de 1949; abertura ao público em 28 de novembro de 1950; instalação definitiva no Solar Schmidt em 28 de março de 1951, na casa-sede da Fazenda Monte Alegre doada ao Município. A denominação em homenagem ao patrono veio pela Lei Municipal nº 1.750.

Como Chegar de Ônibus (RP Mobi)

Paradas verificadas e linhas diretas em raio a pé (até 500m):

O museu fica na Av. Dr. Prof. Zeferino Vaz, s/nº, campus da USP, na casa-sede da antiga Fazenda Monte Alegre (Solar Schmidt), zona norte. Consulte o hub de linhas do portal para as linhas que atendem o campus universitário.

História, Arquitetura e Contexto

O patrono e as leis que criaram o museu

A trajetória do museu é pontuada por datas oficiais: a iniciativa de Plínio Travassos dos Santos em 1938; a criação formal pela Lei Municipal nº 97, de 1º de julho de 1949; a abertura ao público em 28 de novembro de 1950; e a instalação definitiva no Solar Schmidt em 28 de março de 1951, na casa-sede da Fazenda Monte Alegre doada ao Município. A denominação que homenageia o patrono veio pela Lei Municipal nº 1.750.

O acervo nasceu de doações — majoritariamente de famílias ribeirão-pretanas — e se organizou em seções temáticas: Artes, Etnologia Indígena, Zoologia, Geologia e Numismática. O museu dividiu o conjunto da fazenda com o Museu do Café Francisco Schmidt (fundado em 1955, em anexo próprio de 1957): instituições distintas, cada uma com acervo e histórico próprios no portal do complexo.

2016: a interdição

Em março de 2016, o desabamento de parte do forro do prédio principal do complexo levou à interdição de todo o conjunto, e o museu segue fechado desde então, sem previsão de reabertura divulgada em fonte oficial — o restauro tramita entre determinações judiciais, contratos de reserva técnica do acervo e a pendência de renovação do projeto executivo.

Atrações e Pontos de Interesse Próximos

No mesmo conjunto está o Museu do Café Francisco Schmidt, igualmente interditado — as duas casas formam o Complexo dos Museus Municipais, tombado pelo Condephaat. O roteiro de museus abertos da cidade segue no MIS, no MARP e na Casa da Memória Italiana.

Roteiros Temáticos que Incluem esta Parada

Enquanto o restauro não acontece, o circuito de museus abertos: MIS (Centro), MARP (Centro) e Casa da Memória Italiana (Rua Tibiriçá).

Status

Fechado desde março de 2016. Interdição após desabamento de parte do forro; ordem judicial de restauro descumprida (obras determinadas em 2017/2018, prazos fixados em 2019 sob multa diária de R$ 10 mil, obrigação mantida pelo STF em 2025). A reserva técnica do acervo foi contratada em 2024; o contrato do projeto executivo venceu em 7 de maio de 2025 sem renovação. Sem previsão de reabertura em fonte oficial.